BLOG Café Empreendedor


por Carlos Henrique Cadinha e CHC® Escritório de Inteligência em Negócios Ltda.


Uma pausa para um cafezinho e conversarmos sobre Gestão Empresarial, Administração de Vendas e Empreendedorismo.


A CHC Ein atua no desenvolvimento de negócios e consultoria focada na abordagem comercial estratégica. Para os novos empreendedores, avalia e desdobra novas idéias visando transformá-las em negócios de sucesso, através do desenvolvimento completo do Plano de Negócios, sua validação, captação de recursos, implementação, operações e consultoria.

Development consulting business focused approach and strategic. For new entrepreneurs, develop study ideas for turning them into successful businesses, by developing the Business Plan, its validation, fundraising, implementation, operations and consulting.


Carlos Henrique Cadinha - CHC Ein
CHC Office of Business Intelligence Ltd.

Dono, Consultor e Parceiro de Negócios para desenvolvimento de novos mercados.
Owner, Consultant and Business Partner to develop new markets.

:: website: http://www.chc-ein.com.br/ (em desenvolvimento / developing)

:: e-mail: cadinha@oi.com.br

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"Para ter um negócio de sucesso, alguém, algum dia, teve que tomar uma atitude de coragem" Peter Drucker

sexta-feira, 12 de março de 2010

Seis mercados em crescimento para pequenas empresas


Sabe quais são os setores mais promissores nos próximos anos?

A empresa de análise de mercado IBISWorld, dos Estados Unidos, apontou os seis mercados que devem ter um crescimento bastante acelerado na próxima década naquele país.

Esses segmentos, divulgados pelo site americano The Street, podem ser boas oportunidades para as pequenas empresas. Inclusive as do Brasil. Confira!

1. Provedores de VoIP (voz sobre IP)
Crescimento previsto: 149,6%
Essa indústria cresceu 179% de 2002 para 2009, segundo a IBISWorld, e o futuro continua promissor para essa forma barata de comunicação – em comparação com o telefone tradicional.

2. Planos de previdência e aposentadoria

Crescimento previsto: 133,7%

Uma pesquisa feita nos Estados Unidos mostra que apenas 13% dos americanos acreditam que terão dinheiro suficiente para viver confortavelmente durante a aposentadoria. Ao mesmo tempo, 72% disseram que vão continuar pagando o mesmo valor em planos de previdência e 18% pretendem aumentar esse montante. Em resumo: há uma população que está envelhecendo e que planeja o período da aposentadoria.

3. Biotecnologia

Crescimento previsto: 127,6%

O envelhecimento da população faz com que as pessoas precisem cada vez mais dos avanços da medicina. Apesar de ser um setor dominado por grandes corporações, a IBISWorld acredita que as pequenas empresas terão seu espaço na terceirização de alguns processos.

4. Comércio eletrônico e leilões online

Crescimento previsto: 124,7%

O setor quintuplicou de tamanho na última década e ainda está crescendo. A IBISWorld acredita que esse mercado ainda vai se expandir mais porque as pessoas estão cada vez mais confortáveis com os pagamentos online.

5. Consultoria ambiental

Crescimento previsto: 120,3%

Parece uma aposta segura acreditar que ninguém pensa em ser menos “verde” na próxima década. Também é bem provável que aumente o número de regulamentações ambientais e muitas empresas não têm nem ideia de como deixar suas produções mais limpas. É aí que entram os consultores ambientais.

6. Videogames

Crescimento previsto: 112,9%

As vendas do setor nos Estados Unidos mais que dobraram desde o ano 2000, chegando a US$ 19,6 bilhões. O levantamento da IBISWorld mostra que esse crescimento deve continuar. Um aviso: o mercado de aluguéis de games deve cair 32,8%.


9 lições de empreendedorismo do homem de US$ 300 milhões

Gurbaksh Chahal se mudou da Índia para a Califórnia aos quatro anos. Desde criança era alvo constante de brigas para os valentões de San Jose. Aos 16 anos abandonou a escola para formar seu primeiro negócio, a Click Agents.



Após dois anos, Chahal vendeu a empresa por US$ 40 milhões. Sua segunda companhia, a BlueLithium, foi adquirida pelo Yahoo! em 2007 por US$ 300 milhões. Atualmente, ele administra a gWallet, sua terceira empresa, uma plataforma de moeda virtual para mídia social. Recentemente, Gurbaksh foi convidado para participar de um evento no Canadá.

Ele deu lições de empreendedorismo que aprendeu ao longo de seu caminho. Confira!

1. Contrate apenas ‘rockstars’ para trabalhar em sua empresa - encontre pessoas incríveis e priorize a qualidade em vez da quantidade. Gurbaksh diz que prefere trabalhar com 10 pessoas impressionantes do que 100 pessoas comuns

2. Não espere ajuda gratuita - não peça ajuda a alguém até você perceber que pode oferecer algo em troca. Trata-se do que você pode fazer pelos outros

3. Nunca arrecade dinheiro quando precisar dele – arrecade-o quando não precisar. Os investidores sentem quando os tomadores de dinheiro estão num momento de fraqueza – somos emotivos e eles não correm riscos

4. Filtre as necessidades - escritório e mobiliário de luxo são ótimos, mas as pessoas só se impressionam mesmo é com o seu desempenho. Gaste cada centavo como se fosse o último, e gaste-o em coisas que agreguem valor à empresa

5. Contato é tudo - nunca corte o contato com alguém. Lembre-se sempre que as pessoas não compram o seu produto e sim você (e o que você e sua empresa representam para elas)

6. Aceite a rejeição - nem todo mundo vai investir na sua empresa e nem todo mundo vai achar que você tem uma grande ideia. Faça vista grossa e desconsidere os ruídos

7. Seja decisivo - às vezes, o maior problema para um empreendedor é não tomar uma decisão, é a incapacidade de tomar uma decisão

8. Negocie a partir de uma posição de força - caso você precise de algo que pertence ao concorrente e que você já perdeu. A percepção é fundamental - as pessoas querem o que elas não podem ter

9. Seja apaixonado, mas não emocional - são duas coisas muito diferentes

quarta-feira, 10 de março de 2010

EmpreenLendo - O que estou lendo agora


>> A arte do começo, de Guy Kawasaki

Guy Kawasaki é um dos autores que mais gosto e recomendo, em especial para empreendedores. Ele tem dicas ótimas e escreve de um jeito fácil de entender e bom de ler. A arte do começo é um daqueles livros que você não consegue parar de ler. É minha recomendação número 1 de leitura para quem quer empreender.

Dicas do primeiro capítulo do livro A arte do começo:

Seja significativo. Esse é o principal. Qual a diferença sua empresa vai fazer no mundo, no seu mercado, no seu segmento. A primeira pergunta que uma empresa deve responder é: qual problema eu vim resolver? Outras formas de pensar nisso: como eu torno o mundo melhor, o que eu conserto? Simples, mas você pode se perder no meio do caminho. Ter isso sempre em mente pode ajudar muito seu negócio. Esse item pode ajudar em muitos pontos, em especial em conseguir gente boa para trabalhar com você. Foi por esse ponto que fui trabalhar na AgriPoint, no final de 2001.

Crie um mantra. Missões de empresas geralmente são chatas, sem graça, fáceis de esquecer, difíceis de lembrar. Ao invés de ter uma missão, tenha um mantra. Como você resume seu negócio em uma frase, uma expressão. Que seja fácil, interessante e diferente. Que diga porque você está aqui. Um outro nome para mantra é lema. Guy faz uma piada dizendo que se você precisa mesmo de uma missão, vá no site do Dilbert que tem um sistema grátis, onde você escolhe as palavras e ele solta a missão. Mais enlatado impossível.
Toque o barco. O importante é começar. Como diz a frase “O começo é metade da obra”. Mais importante do que ficar teorizando, planejando infinitamente é iniciar seu trabalho, sua empresa. Você vai aprender muito com o dia-a-dia do negócio. Muito mais do que irá aprender estudando ou planejando o negócio. Tem gente boa que recomenda que você “comece e aprenda”. E esse aprendizado é muito bom, difícil de ser batido por algum outro tipo.

Tenha um modelo de negócios definido. Uma dica interessante do Kawasaki é não inventar na hora de definir como seu negócio vai gerar dinheiro. Quem vai pagar a conta e de que forma. Seja específico, não complique e copie alguém. Ele argumenta, e eu concordo, que dificilmente você irá inventar um novo modelo de negócio, que ainda não está sendo usado em outras empresas, de qualquer outro setor. A sugestão dele é na linha do: invente tudo de sua empresa, se você quiser, mas no modelo de negócios, copie. Vai dar mais certo.

Descreva seus Marcos, Assunções e Tarefas. Esse é um dos pontos mais importantes e que a maioria das pequenas empresas falham. É preciso que você defina, por escrito, quais são os pontos fundamentais do seu negócio, suas metas, suas formas de checagem, de acompanhamento. As premissas que baseiam seu negócio, os princípios de como ele será tocado. Em especial do que é fundamental, que você não abre mão. Outro ponto interessante são as tarefas cruciais. O que você precisa fazer, meio que passo a passo, para que seu negócio tenha sucesso. Minha experiência comprova que ter isso funcionando faz uma diferença enorme. Se paga fácil. É simples a ponto da maioria pensar que não é fundamental. Mas é.

Essas são as 5 recomendações do Guy Kawasaki no primeiro capítulo do livro A arte do começo. Leitura recomendada para quem quer ter seu negócio, com sucesso.

Um detalhe interessante no final desse primeiro capítulo é uma recomendação dele sobre página web, cartões de visita e escritórios. Tenha os dois primeiros o mais rápido possível e o terceiro apenas quando (realmente) necessário. Do jeito que as coisas vão (mobilidade, internet, celulares cada vez melhores) pode ser que você nem precise de escritório, o que pode te economizar dinheiro e trazer mais qualidade de vida para todos na equipe.

No início do livro, ele fala: empreendedor não é um cargo, é um estado de espírito. Eu imagino que cargos vão deixar cada vez mais de existir. E sobre o livro, Guy diz: se você é daqueles que dizem “deixe de lado o que não interessa e só me diga o que fazer”, esse é o livro certo.



>> Quem disse que os elefantes não dançam?, de Louis V. Gerstner

Nesse livro, Louis V. Gerstner conta a história do renascimento da IBM. Depois de sua aposentadoria, o autor freqüentemente era inquirido por outros CEOs e chefes de estado sobre sua experiência como CEO na IBM.

Muitos desses interlocutores deixaram claro ao autor que faziam essas perguntas por que suas próprias empresas, organizações ou governos sofriam de alguns dos mesmos problemas com que se defrontou a IBM durante seu tão comentado quase colapso na década de 1990. Por isso nessa obra, Louis V. Gerstner compartilha sua experiência na IBM mostrando como a empresa superou suas dificuldades.



>> A essência de Peter Drucker, de Peter Drucker

Nos meses que antecederam a morte de Peter Drucker, Elizabeth Edersheim teve acesso em primeira mão às idéias desse ícone, considerado o pai da administração moderna. A pedido do próprio Drucker, Edersheim manteve uma sucessão de longas conversas com ele, sobre o desenvolvimento das empresas modernas e sobre como os empreendimentos continuam a se desenvolver e evoluir em ritmo cada vez mais acelerado.

Este livro capta seus conceitos visionários sobre administração e os aplica aos cenários com que se defrontarão as empresas nas próximas décadas, além de apresentar os pareceres de Drucker sobre práticas de negócios atuais, mudanças econômicas em curso e novas tendências. Escrito como uma verdadeira homenagem a esse homem extraordinário e a toda sua vida de trabalho, este livro é uma oportunidade única de aprender os últimos ensinamentos de Drucker sobre como desenvolver estratégias, competir e vencer em longo prazo.

OLÍMPIADAS DO CONHECIMENTO - Jovens testam suas capacidades de Criatividade, Liderança e Tomada de Decisões

OLIMPÍADAS DO CONHECIMENTO &
WorldSkills Americas - RIO DE JANEIRO 2010

Belas paisagens ensolaradas compõem a cidade maravilhosa. Mas, para os alunos do SENAI, as atenções estarão voltadas para a Olimpíada do Conhecimento 2010, que ocorrerá no Rio de Janeiro entre 8 e 14 de março. Para eles, sombra e água fresca, só nos intervalos das provas, que englobarão 41 ocupações industriais e 5 modalidades comerciais e do setor de serviços. Jovens em busca de medalha, reconhecimento profissional e uma vaga no WorldSkills 2011, que acontecerá em Londres.
 
Na edição anterior, a Olimpíada contou com 533 competidores, 80 mil visitas de alunos da educação básica, 10 mil trabalhadores envolvidos e 2 mil participantes em eventos paralelos, como palestras, minicursos, espaços culturais, apresentações artísticas, programas do SESI como o Cozinha Brasil e o Biblioteca Móvel, e o Inova SENAI, com projetos de tecnologia de ponta de alunos e professores da entidade. Em 5 edições, o torneio já recebeu mais de um milhão de visitantes.
 
E a 6ª edição da Olimpíada do Conhecimento promete ser ainda maior. A expectativa é de mais de 230 mil expectadores circulando nos 571.000 m² do Riocentro, pois paralelamente ocorrerá o primeiro WorldSkills Americas. Inspirado na competição mundial WorldSkills, o torneio atrairá jovens de todo o continente. O objetivo é trocar experiências entre os países participantes e incentivar a cultura competitiva em mercados ainda em desenvolvimento. E o SENAI, por sua experiência na execução e participação em torneios nacionais e internacionais, organizará ambos os eventos. Uma forma de reconhecimento de nossos vizinhos pela competência do Brasil no ensino profissional para o setor industrial.

>> O que é a Olimpíadas do Conhecimento

Criatividade, liderança, tomada de decisões. Conceitos que fazem parte do dia-a-dia no ensino do SENAI. E para premiar os alunos que se destacam em seus cursos, a entidade criou em 2001 a Olimpíada do Conhecimento, a maior competição de educação profissional das Américas.

A Olimpíada do Conhecimento é uma das principais vitrines profissionais do país, pois expõe o talento de jovens estudantes, incentiva o desenvolvimento de competências e ensina os alunos a superar desafios, aproximando-os da realidade do mercado de trabalho e do ambiente industrial. E os melhores colocados disputam uma vaga no WorldSkills, o mais importante torneio internacional de educação profissional. Prova de qualidade do Brasil para o mundo.

Em segundo plano, a Olimpíada, aberta ao público, torna-se também um espaço de interação e troca de experiências entre a indústria, empresários, estudantes e a comunidade. Além das provas, palestras e exposições atraem mais de 80 mil alunos. E na Praça da Cidadania, programas do SESI como o Cozinha Brasil e a Biblioteca Móvel entretêm os visitantes e oferecem cursos rápidos para a população. Trabalho conjunto do Sistema Indústria pelo pleno desenvolvimento de toda a sociedade brasileira.


>> O que é o WorldSkills Americas

De 10 a 13 de março, as atenções nacionais estarão voltadas para a 6ª Olimpíada do Conhecimento e o mundo de olho na primeira edição do WorldSkills Americas. As duas competições serão realizadas paralelamente nos 571.000 m² do Riocentro e os critérios e regras aplicados serão os mesmos.
 
Realizado nos moldes dos torneios da Europa e da Ásia, o WorldSkills Americas segue os rigorosos padrões internacionais do WorldSkills Competition, a entidade que promove o maior torneio mundial do gênero.
 
Nessa primeira edição, os competidores brasileiros participantes da Olimpíada do Conhecimento terão suas notas comparada com estudantes de outros países do WorldSkills Americas para que a comissão determine os vencedores das medalhas de ouro, prata e bronze. O WorldSkills Americas terá concorrentes de 28 países disputando em 20 modalidades profissionais.
 
São esperados mais de 230 mil visitantes em ambos os eventos, que serão organizados pelo SENAI por sua experiência em competições nacionais e internacionais. Incentivo à troca de experiências em nível continental e reconhecimento à qualidade do ensino profissional do Brasil.

Programação
 
Notícias
 
Olimpíadas nas Redes Sociais
 
A Olimpíada do Conhecimento 2010 terá inúmeras novidades. Uma delas é que você poderá acompanhar tudo que estiver acontecendo no evento por meio de nosso perfis oficiais nas redes sociais. Fotos, vídeos, comentários e debates estarão sendo atualizados quase em tempo real para que você não perca nenhum momento da maior competição de conhecimento do Brasil!


Além dos perfis oficiais, teremos três estudantes do SENAI: Nayara, Hugo e Yuri, para twittarem o evento e contar cada detalhe na linguagem de quem mais entende do assunto: NOSSOS ALUNOS.

Visite, assista, comente! Vivencie a Olimpíada do Conhecimento 2010.


Perfis oficiais:
YOUTUBE - http://www.youtube.com/user/SenaiOlimpiada
FLICKR - http://www.flickr.com/photos/olimpiadasenai
TWITTER - http://twitter.com/olimpiada_senai


Participe, Prestigie e Apóie a criatividade dos jovens brasileiros.
 
Rio Centro - 10 a 13 de março
Avenida Salvador Allende 6555 - Barra da Tijuca - Rio de Janeiro – Brasil
Tel.: + 55 21 3035-9100

domingo, 7 de março de 2010

ESPECIAL REDES E MÍDIAS SOCIAIS - Gastos e Tendências

Uma pesquisa do eMarketer mostrou uma tendência que deve se consolidar até 2011: o uso de redes de sociais.


De acordo com o estudo, 37% dos adultos americanos utilizaram redes sociais por pelo menos um mês em 2007. Esta porcentagem terá um crescimento progressivo até 2011, como mostra o gráfico abaixo, quando chegará a 49%. “O crescimento está assegurado a menos que os adolescentes deixem de usar quando se tornem adultos”, avalia a analista do eMarketer Debra Williamson. Parece difícil acreditar na possibilidade já que 70% dos jovens americanos freqüentam redes sociais ao menos uma vez por mês.




 

Os gastos com publicidade on-line devem chegar a 4 bilhões de dólares em todo o mundo.

Mas se hoje, 70% dos 920 milhões gastos nos Estados Unidos, estão concentrados nas mãos de Facebook e Myspace, a tendência é que ofereçam serviços mais diversificados para publicidade, potencializados pela capacidade de recomendações pontuais.



ESPECIAL REDES E MÍDIAS SOCIAIS - Facebook completa 6 anos e conquista 400 milhões de usuários

"O Facebook completa hoje seis anos de atividade como produto que meus colegas de apartamento e eu construímos para compartilhar informações e falarmos com as pessoas de nosso entorno", escreveu Mark Zuckerberg, fundador e executivo-chefe da rede social em seu blog corporativo.


San Francisco, 5 fev

O Facebook, a primeira rede social do mundo utilizada por 400 milhões de pessoas em todo o mundo, acaba de completar seis anos e comemora com retoques no desenho de sua página inicial para, segundo a empresa, permitir que os usuários encontrem com mais facilidade o que buscam.

"Por isso, é muito gratificante comprovar que, graças a seu crescimento, o Facebook é usado no mundo todo para compartilhar informações sobre todo tipo de evento e para estar em contato com as pessoas das quais gostamos", acrescentou.

Entre as principais novidades do site anunciadas hoje, destaca-se o novo aspecto do menu superior, onde a partir de agora haverá notificações, solicitações e mensagens recentes como, por exemplo, se alguém escreveu no mural ou marcou o usuário em uma foto.

O menu esquerdo também foi reorganizado e agora será possível acessar mensagens e outras funções importantes nele. Além disso, o Facebook destacou mais o chat, mostrando uma lista com os amigos de contato conectados no momento, e incluiu um painel para ver as fotos mais recentes dos contatos, assim como um painel de eventos.

Outra novidade são os novos botões com aplicativos e jogos que aparecerão na página inicial e a introdução de contadores junto aos aplicativos que o usuário marcou em sua página inicial e que o avisarão quando tiver que fazer alguma coisa, como, por exemplo, uma rodada em um jogo.



INFOGRÁFICO - 6 Anos de Facebook


Shareemailshare Muhammad Saleem é um consultor de mídia social e classificado como membro número 1 da comunidade em vários sites de notícias sociais. Segui-lo no Twitter é recomendável para quem deseja obter mais insights sobre comunicação social.

A seguir infográfico que detalha o crescimento do Facebook e o perfil dos usuários nos últimos 6 anos.


ESPECIAL REDES E MÍDIAS SOCIAIS - O Sonho de Consumo das Empresas

Dez dicas para uma empresa ter uma
boa presença nas redes sociais


Ter uma boa presença nas redes sociais é o sonho de consumo de um número cada vez maior de empresas. Mas como alcançar esse objetivo?

1- Como as mídias sociais contribuem para mudar o antigo esquema de comunicação “emissor-mensagem-receptor”?

As mídias sociais geram uma comunicação de duas vias entre os usuários e, desse modo, não há um receptor ou emissor preso a um desses papéis. Em um determinado momento você consumirá conteúdo e, no instante seguinte, comentará sobre o assunto que leu, ou seja, você passa de receptor a emissor e não se fixa a nenhuma dessas posições.

As mídias sociais estão se popularizando e já se tornaram um meio de comunicação essencial. Na escola, os alunos aprendem através de blogs; nas empresas, os funcionários expõem suas dificuldades em comunidades virtuais e por aí vai. A internet, que é o grande meio de comunicação deste século, tornou-se 2.0 e colaborativa com as redes sociais. Trata-se de um caminho sem volta.

2. Quais seriam as melhores maneiras de potencializar minha marca no Twitter e aumentar meu número de seguidores?

Nem sempre ter mais seguidores é potencializar sua marca no Twitter. O ideal é que o volume de seguidores esteja compatível com o seu público-alvo e que o conteúdo gerado no nesse canal seja realmente relevante para eles.

Uma das formas eficientes de se medir isso é por meio da observação de quanto o conteúdo gerado é retuitado pelos usuários, medindo a influência de quem replicou a mensagem ou também quantificando as conversas geradas via Twitter através de Direct Messages ou menções de sua conta. Um outro ponto importante é sempre divulgar o seu endereço de Twitter em todas as mídias nas quais a empresa for divulgada, seja no site, papelaria, e-mails, propagandas, etc.

3. Como fidelizar clientes por meio de uma rede social?

A fidelização de consumidores por meio das redes sociais ocorre por meio da geração de algum benefício palpável a eles. Assim, a primeira coisa a ser feita ao criar uma iniciativa nesses canais, buscando a fidelidade, é identificar o que interessa a esse público-alvo: que tipo de informações é relevante? Que tipo de relacionamento eles esperam? O que pode ser um benefício diário para esses usuários?

Tendo as respostas para essas e outras questões, os moderadores da rede social devem criar um plano editorial para que esses assuntos de relevância sejam abordados dentro de um cronograma correto, consistente e efetivo. Isso fará com que a rede seja constantemente "aquecida”, e as pessoas participarão de forma espontânea.

4. Qual é a melhor forma de chamar a atenção do meu público para os tópicos nas comunidades do Orkut? Como posso garantir a participação das pessoas ao passo em que a maioria usa as comunidades apenas para definir o próprio perfil?

O primeiro ponto é entender se o público-alvo que você quer atingir realmente usa o Orkut para suas conversas. Como está descrito, muitas pessoas só usam as comunidades como "selos" para seu perfil. Caso existam comunidades sobre o determinado assunto que estejam ativas no Orkut, o primeiro passo é estabelecer uma relação com elas como um usuário comum, mas tentando gerar valor para os demais.

Relacionamento é construído e conquistado com o tempo, nada é do dia para noite. É importante participar ativamente dessas outras comunidades e, a partir de um relacionamento já estabelecido, começar a divulgar ativamente a própria comunidade da empresa. Isso evitará que você seja expulso dos outros grupos e, além disso, terá outros usuários interessados em conhecer o seu ambiente.

5. Como estipular um preço para o serviço de redes sociais prestado aos clientes?

Dar preço a um serviço de redes sociais vai muito além da questão de desenvolvimento tecnológico. Aliás, pouco tem a ver com tecnologia. O que as empresas devem buscar são resultados efetivos de negócio e, principalmente, de relacionamento com consumidores, parceiros, comunidades, entre outros. Assim, a primeira etapa na formulação de um preço é o esforço para definir a estratégia e o planejamento das ações. Isso pode envolver uma equipe que deverá ser quantificada em número de horas, cruzando com a margem esperada.

A partir da definição do planejamento, inicia-se o processo de implementação das ações que envolvem horas de desenvolvimento, de geração de conteúdo, licenciamento de software e gestão de projetos. Depois de implementado, é fundamental orçar o esforço que a equipe terá na moderação dos ambientes, nos ajustes tecnológicos e na análise estratégica e de resultados. Ao se levantar o número de horas e demais custos desse processo todo, você conseguirá fixar um preço para seu projeto.



6. Quais as principais metodologias e métricas para a mensuração de ações de marketing nas redes sociais? Existe algum método para medir a força de uma marca nesse ambiente?

As métricas mais utilizadas para mensurar resultados em mídias sociais são os indicadores de visibilidade, influência, participação e engajamento. A visibilidade é traduzida por dados facilmente mensuráveis por meio de ferramentas como o Google Analytics. Exemplos no contexto de uma ferramenta social são: número de visitas, de onde vêm essas visitas, tempo que o usuário fica em cada página e etc. As de influência são medidas por meio de quantos outros ambientes estão referenciando a sua iniciativa, algo que pode se dar por meio de links e menções de terceiros.

Os indicadores de participação são aqueles que medem o quanto os usuários interagem no seu ambiente, ou seja, o conteúdo gerado. Isso pode acontecer através de comentários, fotos publicadas, vídeos inseridos e etc. Por último, a mensuração de engajamento, que são situações nas quais os usuários "vendem" e divulgam o seu negócio de forma espontânea, como, por exemplo, envio de "invites" para cadastramento ou criação de ambientes próprios de divulgação da marca, como comunidades em redes sociais ou contas no Twitter.

7. Nas mídias sociais, existe alguma forma de segmentar o público que desejo atingir?

Tudo indica que sim. A segmentação se dá por duas maneiras: uma é pelo local da ação (que rede social você vai usar), assim como o público escolhido para começar uma interação. A outra maneira se dá pelo tema abordado. Usando as palavras-chave adequadas é possível fazer um conteúdo relevante para o público-alvo, além de potencializar suas aparições nos buscadores (seja no Google, seja nas mídias sociais) para quem procurar pelo tema.

8 - Marcas de grande porte correm um grande risco ao se inserirem nas mídias sociais?

Primeiro deve-se analisar como elas entram nas mídias sociais. Se a intenção é estar na moda ou conseguir um ROI (retorno sobre investimento) milagroso, então há um enorme risco. Mas se for uma estratégia consistente e a intenção for interagir com seu público, os riscos são praticamente nulos. Vale lembrar que não há nenhum risco maior do que não se inserir nas mídias sociais.

9. Qual o limite ético ao querer influenciar ou patrocinar blogueiros/tuiteiros que teoricamente produzem conteúdo independente e não comercial? O que é permitido e o que não é?

As pessoas seguem usuários no Twitter ou assinam RSS de blogs apenas por um único motivo: consideram aquele conteúdo interessante para elas. E o que é interessante? Em 99% das vezes, é aquilo que trata de assuntos abordados de forma imparcial, independente e espontânea. Mas nem sempre a mensagem tem essas características. Isto é, pessoas que primeiramente atraíram outros usuários em função do conteúdo, agora usam esse histórico positivo para produzir espaços pago/patrocinado.

O grande detalhe é que muitos geradores de conteúdo não especificam isso e misturam essas propagandas com aquilo que é, de fato, importante, fazendo as pessoas acreditarem que se trata de um conteúdo imparcial. Trata-se de um grande risco para o blogueiro/twitteiro e para a empresa que o patrocina, pois, se um usuário descobrir que está sendo "enganado", o canal pode perder a credibilidade na rede, e a marca se desgastar.

Assim, o limite está em nunca confundir o conteúdo do blog e twitter com formas de patrocínio. Uma alternativa é usar, por exemplo, o layout de background do twitter ou blog para que se venda espaço publicitário.

10. Que comportamentos podem ser vistos como exemplos de mau uso das mídias sociais?

Basicamente são aqueles que tentam disfarçar uma comunicação institucional e corporativa como algo espontâneo. Um exemplo é falar para um blogueiro o que escrever sobre a sua marca ou pagá-lo por um post que pareça espontâneo, em vez de veicular propaganda.

Também vale lembrar que ações que premiam determinados formadores de opinião com eventos ou brindes podem ser encaradas como "mau uso" por serem contra o princípio de participação das mídias sociais e por passarem uma ideia de segregação de público, já que privilegiam apenas alguns usuários com as recompensas.